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sábado, maio 23, 2009

Hipótese B


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Uma boa epidemia não pode passar sem uma boa teoria da conspiração. Esta parece razoavelmente bem fundamentada, embora também seja verdade que na hipótese contrária (isto é, se a gripe A fosse simplesmente um produto do acaso) dificilmente não haveria quem ganhasse alguns milhões com isto...
Mas cá fica:

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quarta-feira, junho 11, 2008

Sejam bem-vindos ao futuro:
Times Online

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May 11, 2008

Scientist team creates first GM human embryo

Scientists have created what is believed to be the first genetically modified (GM) human embryo.

A team from Cornell University in New York produced the GM embryo to study how early cells and diseases develop. It was destroyed after five days.

The British regulator, the Human Fertilisation and Embryology Authority (HFEA), has warned that such controversial experiments cause “large ethical and public interest issues”.

News of the development comes days before MPs are to debate legislation that would allow scientists to use similar techniques in this country.

The effects of changing an embryo would be permanent. Genes added to embryos or reproductive cells, such as sperm, will affect all cells in the body and will be passed on to future generations.

The technology could potentially be used to correct genes which cause diseases such as cystic fibrosis, haemophilia and even cancer. In theory, any gene that has been identified could be added to embryos.

Ethicists warn that genetically modifying embryos could lead to the addition of genes for desirable traits such as height, intelligence and hair colour.

The Human Fertilisation and Embryology Bill, which will have its second reading this week, will make it legal to create GM embryos in Britain.

The bill will allow GM embryos to be created only for research and will ban implantation in the womb. Ethicists, however, say that the legislation could be relaxed in the future.

The HFEA has said that it is preparing for scientists to apply for licences to create GM embryos. A paper, published by the authority, states: “The bill has taken away all inhibitions on genetically altering human embryos for research. The Science and Clinical Advances Group [of the HFEA] thought there were large ethical and public interest issues and that these should be referred for debate.”

The Cornell team, led by Nikica Zaninovic, used a virus to add a gene, a green fluorescent protein, to an embryo left over from in vitro fertilisation.

The research was presented at a meeting of the American Society of Reproductive Medicine last year but details have emerged only after the HFEA highlighted the work in a review of the technology.

Zaninovic pointed out that in order to be sure that the new gene had been inserted and the embryo had been genetically modified, scientists would ideally need to grow the embryo and carry out further tests.

The Cornell team did not have permission to allow the embryo to progress, however.

Scientists argue that the embryos could be used to study how diseases develop. They also say GM embryos could be more efficient in generating stem cells.

However, Dr David King, director of Human Genetics Alert, warned: “This is the first step on the road that will lead to the nightmare of designer babies and a new eugenics. The HFEA is right to say that the creation and legalisation of GM embryos raises ‘large ethical and public interest issues’ but neglects to mention that these have not been debated at all.”

He added: “I have been speaking to MPs all week and no one knows that the government is legalising GM embryos. The public has had enough of scientists sneaking these things through and then presenting us with a fait accompli.”

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terça-feira, dezembro 18, 2007

Uma empresa de investimentos propõe-se explorar farmácias, mediante um contrato de arrendamento com os proprietários das empresas, a quem promete «o pagamento mensal da renda acordada», segundo uma carta a que a Lusa teve acesso.

A Ordem dos Farmacêuticos já questionou a «legalidade» da proposta empresarial e lembra que este é um exemplo dos riscos para os quais alertou, na sequência da entrada em vigor do novo regime jurídico de funcionamento das farmácias, que prevê a liberalização da propriedade e a proibição de qualquer proprietário deter mais do que quatro farmácias.

A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) respondeu, por seu lado, que a legislação em vigor «permite que uma farmácia seja explorada por pessoa diferente do proprietário, mediante o pagamento de uma renda, desde que assegurada a direcção técnica nos termos dela previstos».

«Existem ainda outras condições: a mesma entidade não ser detentora, a qualquer título, de mais de quatro farmácias, não existirem as incompatibilidades previstas na lei, e a farmácia estar aberta ao público, na sequência de concurso público, há mais de cinco anos, salvo motivo justificado», acrescenta o Infarmed, em nota enviada à Lusa.

Na carta da empresa Treliça Investimentos é declarada a pretensão de identificar proprietários de farmácias que «tenham interesse em arrendar os seus estabelecimentos de modo a que os mesmos venham a ser explorados» pela empresa.

«Ao dispormos de uma equipa altamente qualificada e com provas dadas nas áreas de consultoria, gestão de empresas e farmácia, pretendemos potenciar o negócio das farmácias em que viermos a apostar», refere a missiva enviada enviada aos farmacêuticos.

O mesmo texto refere que os actuais proprietários «passarão a usufruir de uma renda mensal interessante durante toda a vigência do acordo» que possa vir a ser celebrado, «desvinculando-se ao mesmo tempo de toda a gestão do dia-a-dia da farmácia»

«O presente modelo de negócio pode ser bastante interessante para ambas as partes», lê-se ainda no documento.

Instada pela Lusa a comentar a situação inédita de uma empresa se propor gerir farmácias, fonte da Associação Nacional de Farmácias referiu que «talvez o Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento) e o Ministério da Saúde tenham alguma coisa a dizer sobre o assunto, já que foram eles que proporcionaram este tipo de situações».

Pela parte da OF, a bastonária Irene Silveira, mencionou a «duvidosa legalidade desta iniciativa».

Esta proposta empresarial «confirma todos os alertas de riscos que a OF vem sublinhando, desde o início da discussão pública em torno do novo regime jurídico para as farmácias», lê-se numa nota enviada à agência Lusa.

Para aquela instituição «sempre foi claro que o resultado (do regime jurídico) seria nefasto e que situações deste género representam a 'ponta do iceberg' de um futuro em que ocorrerá a captura do interesse público no acesso a medicamentos por grupos económicos».

«O acesso dos cidadãos a medicamentos ficará à mercê dos interesses económicos, que passarão a determinar que medicamentos, com que preço e em que condições os cidadãos poderão aceder-lhes», lê-se ainda no documento.

A Ordem dos Farmacêuticos acrescenta ainda que o Infarmed, a Autoridade da Concorrência e o próprio Ministério da Saúde terão de apurar a legalidade desta proposta.

O Ministério da Saúde escusou-se a fazer qualquer tipo de comentário.

A empresa Treliça Investimentos remeteu para sábado quaisquer pormenores sobre a sua actividade nomeadamente o número de respostas de proprietários que já obteve.

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