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segunda-feira, agosto 24, 2009

É incontestável (aliás, é um dado adquirido) que há qualquer coisa de miguelvelosico na maneira como o Sporting tem jogado este ano (curiosamente, a única excepção é Miguel Veloso).
Bem sei que o árbitro do jogo com a Fiorentina vai passar férias para a Toscânia e que o FCP e o SLB cortaram o mesmo mal pela raiz com aqueles penalties (mesmo assim o SLB já falhou 2...) e expulsões providenciais que só em Portugal e a favor dos grandes é que se assinalam. Contudo, isto não chega para justificar o que se passa: jogar bem na liga dos campeões e mal no campeonato significa só uma coisa - displicência. Todas as equipas são displicentes no início? É verdade (pelo menos o Porto e o Benfica foram-no). No entanto, as respectivas direcções fizeram o que era necessário para resolver o problema (estou a falar de árbitros, para quem não percebeu). No caso do Benfica isso não chegou, mas a equipa está de facto mais forte e deu a volta ao assunto pela via desportiva (embora a jogar contra 9).
Em resumo, a culpa do mau momento do Sporting é da direcção, que ainda não percebeu como é que se anima futebolistas com restos de verão nas pernas. Sem mais jogadores e com árbitros neutros ou adversos não é possível fazer melhor.

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terça-feira, março 24, 2009


Bem sei que alguns urubus têm cá vindo espreitar para ver se eu escrevo sobre futebol. Não, não escrevo. Se o urubu se chamar Lucílio, talvez me apeteça falar de cinema. Mas sobre futebol, não. Até porque competições com a palavra "Liga" no título (tipo "Taça da Liga" ou "Liga dos Campeões") fazem lembrar roupa interior feminina e, como tal, são coisas de mariquinhas.

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segunda-feira, março 09, 2009

Da caixa de correio do Efervescente...

Durante um jogo de futebol, na Holanda, um jogador da
equipa de vermelho - o Ajax - sofreu uma falta e ficou
magoado, caído no chão.

Um dos jogadores da equipa adversária - equipada de
amarelo - como é hábito, atirou a bola para fora para que
o jogador magoado fosse atendido.

Quando o jogador ficou recuperado o lançamento
pertenceu ao Ajax (de vermelho) e, como manda o
desportivismo, um jogador do Ajax tentou devolver a bola
para o campo do adversário.
Só que o fez de forma desajeitada e, sem querer, acabou
por meter golo!

Todos, incluindo o jogador que, sem querer, marcou golo,
ficaram atrapalhados. Mas o árbitro considerou o golo
válido!

A bola voltou ao centro para o jogo ser retomado com
aquele injusto resultado.

Foi nesse momento que os jogadores do Ajax, com
grande espírito desportivo, rapidamente tomaram uma
resolução:

Ficarem todos quietos para permitir à equipa adversária -
os de amarelo - fazerem eles também um golo para repor
a justiça no resultado. E foi isso que aconteceu!!!

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sexta-feira, julho 25, 2008

Finalmente vamos ter sossego. A partir de agora deixaremos de ouvir dizer que Carlos Queiroz "é hipótese" para o Benfica, Sporting ou Porto sempre que um destes clubes empata com o Gondomar para a Taça ou quando um dos respectivos técnicos recebe um "voto de confiança" da direcção.
Carlos Queiroz é como uma chiclete que se cola aos pés dos clubes por onde passa: ninguém fica verdadeiramente livre dele de vez e há sempre a possibilidade da chiclete voltar inteirinha ao local de origem, no caso da outra ponta se soltar. Queiroz já entrou e saiu da FPF três ou quatro vezes, para além de ter sido "hipótese" para seleccionador nacional de dois em dois anos desde 1994. Fez o mesmo com o Manchester e a imprensa refere que mesmo assim só veio para a selecção depois de acautelar um possível regresso ao MU...
A principal conclusão que se pode tirar desta contratação (até 2012) é que Portugal só vai ser campeão do mundo em 2014, já com José Mourinho a tentar relançar a carreira e com um Cristiano Ronaldo de 29 anos, de novo em boa forma, depois de ter regressado a Inglaterra após uma penosa e falhada experiência em Madrid. Ou seja, ainda vamos a tempo.

PS - Queiroz é, no entanto, muito melhor treinador que Scolari. Sabe mais de futebol, estuda os adversários e conhece bem os jogadores. Só tem um problema: a sua reconhecida incapacidade para gerir grupos e controlar pessoas com mais de 18 anos.

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terça-feira, julho 01, 2008

E agora algo de verdadeiramente importante, ou o doce sabor da vitória em espanhol:

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sábado, junho 21, 2008

A saída prematura de Portugal do Euro foi uma espécie de eutanásia para uma selecção que de facto já estava moribunda. Aliás, em abono da verdade, penso que no fundo todos estamos contentes pelo sofrimento ter acabado já e não termos sido obrigados a agonizar até uma inevitável e previsível derrota nas meias-finais ou na final, seja com que selecção fosse.
Ao contrário da ideia que tantas vezes se tentou fazer passar, o único resultado que nos poderia deixar satisfeitos era mesmo a vitória no Euro, sobretudo depois do mega-barrete que foi a derrota com a Grécia em 2004 (qual é a probabilidade de, na única ocasião em que chegamos à final, estarmos simultaneamente a jogar contra a Grécia e em casa?) e também porque este ano tínhamos o melhor jogado do mundo. Portugal era claramente a selecção favorita à vitória, nem que fosse só por causa de Cristiano Ronaldo. Assim, se não era para ganhar, mais valia que tudo acabasse o mais depressa possível. Felizmente foi o que aconteceu.
Neste campeonato a derrota tem, contudo, um culpado bem definido: Luís Felipe Scolari. De facto, Scolari, o manipulador que conseguiu pôr uma nação satisfeita depois de uma derrota em casa contra uma equipa de sapateiros gregos, desta vez teve mais que fazer e, não tendo que lutar pela vidinha (leia-se renovar contrato), negligenciou por completo o seu papel de treinador.
Ao contrário do que sucede por exemplo no Manchester, Cristiano Ronaldo não teve uma equipa que jogasse para si e abrisse espaço para a sua genialidade (não é só no Euro que lhe caem 3 defesas em cima de cada vez que toca na bola!). Tacticamente Scolari não fez nada para maximizar o talento de Ronaldo e a selecção jogou da mesma forma que jogaria se em vez de Ronaldo tivéssemos Nani, Quaresma ou outro qualquer. Pior: em vez de tranquilizar o jogador e dissuadi-lo do disparate-Real Madrid, Scolari deitou achas para a fogueira e de uma forma bastante clara incentivou CR a trocar de clube (o que até favorece o Chelsea...). Ou seja, Ronaldo jogou sob fortíssima pressão psicológica e numa equipa que tecnicamente não o favorecia. Por outras palavras, o talento de Ronaldo foi simplesmente desperdiçado por Scolari.
O outro grande problema da selecção foi a grosseira impreparação táctica dos jogos. Se contra a Turquia e República Checa o aparecimento de golos em momentos cruciais e a genialidade de Deco e a força de Pepe ainda serviram para disfarçar a falta de ideias, contra a Alemanha foi gritante a falta de um treinador digno desse nome: Portugal sofreu três golos com as jogadas mais previsíveis que se poderiam imaginar (diagonais de Schweinsteiger, cruzamentos para jogadores altos que entram atrás dos centrais....), com a agravante dos 2 últimos terem sido fotocópias um do outro. Aliás, ficou-se com a sensação de que se tivessem havido 10 cruzamentos daqueles teríamos sofrido 10 golos...
De facto, era praticamente impossível ganharmos: em termos ofensivos não havia uma estratégia de rentabilização do enorme talento instalado (Ronaldo, Quaresma e Simão não existiram e Nani teve poucos minutos e nenhum apoio), tacticamente a selecção jogava sempre da mesma forma e era facilmente anulável e em termos defensivos não houve qualquer preparação do jogo com a Alemanha, que marcou golos de uma forma que seguramente não voltará a marcar a nenhum outro adversário.
É aliás irónico o destino de Portugal: depois de termos perdido em 2004 contra uma selecção que nos ganhou dois jogos a jogar da mesma forma e com a mesma táctica, desta vez fomos eliminados após dois golos previsíveis e iguais. Scolari simplesmente não aprende (aliás, recentemente voltámos a perder com a Grécia num jogo particular - e enquanto Scolari e Rehagel forem os respectivos treinadores perderíamos sempre....), nem depois de ouvir dezenas de vezes a mesma lição!
Faltou treinador a Portugal e hoje em dia já não é possível ganhar campeonatos com equipas em auto-gestão. Muito menos depois de uma semana de completa balda, com todos (a começar pelo próprio Scolari) a negociarem publicamente contratos, jogadores a sairem do estágio para assinarem pela equipa que iria ser treinada pelo treinador e todo um ambiente de descontracção e falta de rigor que acabou por ter uma tradução muito concreta em golos alemães.
Scolari é um manipulador por excelência e no fim haverá concerteza quem ache que a selecção fez tudo, teve azar e/ou foi mais uma vez vítima da arbitragem. No entanto, desta vez a verdade é indisfarçável. E fica mais uma vez a sensação de que bastava um bocadinho de preparação táctica para termos sido campeões, tão superior é o talento individual dos nossos jogadores.

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sábado, junho 07, 2008

Um campeonato da Europa de futebol jogado nos moldes em que este se vai jogar (isto é, nos mesmos moldes que os anteriores...) é inevitavelmente uma competição de sorte: jogadores que estão juntos há 15 dias depois de épocas extenuantes, selecções reunidas em grupos de competitividade completamente assimétrica e que se decidem em 3 jogos e no espaço de 10 dias, seguidos de uma competição a eliminar com penalties e prolongamentos, tudo isto são ingredientes para uma espécie de sorteio em que todas as equipas têm hipóteses mais ou menos semelhantes de ganhar.
Aliás, a vitória da Grécia no Euro 2004 é a prova disso mesmo: com um nível futebolístico quase residual, uma equipa com sorte e boa organização defensiva tornou-se rainha do futebol Europeu.
Sendo assim, à partida não haveria razão nenhuma para ligarmos a isto.
Continuarei este texto numa próxima oportunidade. O Euro já começou e a minha filha está a protestar.

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sexta-feira, junho 06, 2008

Na Gazzetta Dello Sport:

Maldini continua a giocare
Un altro anno con il Milan

Il sito ufficiale del club comunica che il capitano rossonero, 40 anni il 26 giugno, ha rinnovato il contratto fino al 30 giugno 2009. Galliani aveva detto: "Dipende tutto da lui"

Paolo Maldini, 40 anni, capitano e bandiera del Milan. Afp
Paolo Maldini, 40 anni, capitano e bandiera del Milan. Afp
MILANO, 6 giugno 2008 - Paolo Maldini rinvia il suo addio al calcio. Il quasi 40enne capitano rossonero, infatti, ha deciso di giocare un'altra stagione e l'ufficialità arriva direttamente dal club di via Turati che "comunica di aver prolungato il contratto al proprio capitano Paolo Maldini fino al 30 giugno 2009". Sarà la sua 24ª stagione in rossonero. Maldini si è accordato con la società, accettandone l'offerta (la somma si aggirerebbe sul milione e mezzo di euro), e rinviando così l'addio al calcio. Risolta la questione contrattuale, Maldini dovrebbe partite domenica per le vacanze in Florida.

Ao contrário dos portugueses, os italianos não são parvos e a idade dos jogadores vê-se no campo e não no BI. Quando acabar este contrato, Paolo Maldini, um jogador de campo, terá 42 anos.
Rui Costa foi quase unanimemente reconhecido como tendo sido o segundo melhor jogador do último campeonato (só atrás de Lisandro) e, aos 36 anos, não só fez uma das suas melhores épocas de sempre, como faz uma enorme falta à selecção nacional. Aliás, muito mais falta do que Figo (que também seria titular de caras).
No entanto, o Benfica nada fez para o segurar em campo ou para tentar contrariar uma intenção que não faz qualquer sentido em termos desportivos e Scolari não o convocou (tenho a certeza de que Rui Costa seria convencível). Felizes são o país e o clube que dispensam talentos destes...

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segunda-feira, maio 12, 2008

A menos de uma hora do grande anúncio, cá fica a minha previsão sobre os 23 que Scolari vai anunciar:
Guarda-redes: Ricardo, Quim e Rui Patrício;
Defesas: Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Fernando Meira, Pepe, Bruno Alves, Caneira e Bosingwa;
Médios: Petit, Miguel Veloso, Maniche, Raul Meireles, João Moutinho, Deco, Nani, Quaresma, Cristiano Ronaldo e Simão Sabrosa;
Avançados: Nuno Gomes, Hugo Almeida e Hélder Postiga.

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terça-feira, janeiro 29, 2008



Se o que passou pelo meio das pernas do Helton tivesse antes cruzado os joelhos de Rui Patrício (ou, pior ainda, de Ricardo), haveria agora um guarda-redes verde a ser frito em azeite enquanto os doutos comentadores desportivos da nação perorariam sobre a "teimosia de Paulo Bento" para com Stojkovic.
Este Sporting-Porto acabou como o anterior: uma das equipas ganhou graças a erros do guarda-redes adversário e à inoperância de avançados alheios. A diferença é que desta vez a vitória do Sporting (2 secos que poderiam ser 3 se o Bosingwa fosse um homem normal e não corresse os 100 metros em menos de 9 segundos - estou a falar do lance do Liedson no fim do jogo) foi considerada "imerecida" e "exagerada" pelas habituais cabeças bem pensantes que regem o modo como devemos interpretar o futebol (ao contrário da vitória do FCP na primeira volta, que "premiou a eficácia"). Houve mesmo quem chegasse a insinuar que o Sporting ganhou graças a um erro do árbitro, que perante dois lances "iguais" decidiu uma vez bem e outra mal, beneficiando o SCP. Ora, mesmo sabendo que felizmente há poucos jesualdos e pedros emanuéis neste mundo, gostaria de desfazer o mito urbano que entretanto se instalou:
- Em primeiro lugar, os lances não são iguais: o golo anulado ao FCP resulta de um lance de bola parada em que Lisandro está (como aliás é habitual nele) estacionado sozinho no meio da área, 1,5 corpos à frente do último defesa do Sporting, pelo menos um minuto antes da bola sair dos pés de quem fez o cruzamento. Ou seja, o fiscal de linha teve tempo para se posicionar, olhar para o Lisandro, dizer-lhe adeus, avisá-lo de que ele estava fora de jogo, insistir com ele mesmo depois dele se recusar a sair de lá, perguntar-lhe pelos filhos, até que por fim teve mesmo que apitar quando a bola entrou. No caso do golo do Sporting, Vukcevic tem apenas uma cabeça fora de jogo e o lance é rápido e de bola corrida. Assinalar fora de jogo neste lance (mesmo que correctamente) seria um grosseiro acto de má fé e mereceria claramente uma referência no processo Apito Dourado. Era humanamente impossível perceber que Vukcevic estava fora de jogo. Aliás, se o penteado de Vukcevic fosse igual ao de Raul Meireles, duvido que mesmo as câmaras de televisão conseguissem identificar a ilegalidade;
- Em segundo lugar, uma pequena questão de matemática: o Sporting marcou dois e o Porto zero. Dois menos um dá um, que continua a ser mais que zero.

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sexta-feira, dezembro 28, 2007

Outro dos temas que têm estado entalados na garganta deste blogger é a questão-Kaká.
Kaká é de facto um jogador perfeito: faz passes irrepreensíveis e a grande distância, tem uma excelente visão de jogo, remata forte e colocado e praticamente não comete um erro técnico. Se fosse possível avaliar individualmente cada um dos movimentos técnicos de Kaká, seguramente que a nota seria máxima em quase todos. Acresce ainda referir que Kaká é influente, marca golos e resolve jogos.
Em termos técnicos (exceptuando o jogo aéreo), é impossível algum jogador ser mais ensinado do que Kaká. Ou seja, Kaká sabe quase tudo o que é ensinável em futebol.
No entanto, a questão que se deve colocar é outra: isto chega para ser o melhor jogador do mundo? Na minha opinião, não.
Para mim, os grandes jogadores são aqueles que conseguem sacar um coelho da cartola a cada momento, inventar fintas e movimentos inesperados, surpreender o público com acções inimagináveis. Quando a bola chega aos pés de jogadores como Cristiano Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho (e notem que estou a escrever este texto depois do Barcelona-Real Madrid de domingo...), Messi, Ibrahimovic ou até de Luís Figo, Ricardo Quaresma ou Thierry Henry todos sabemos que vai acontecer alguma coisa: só não sabemos é o quê. Era assim que jogavam Maradona, Pelé, Eusébio, Cruijf e Zidane. E é assim que jogam os melhores jogadores do mundo.
Kaká levou o Milão a ganhar uma Liga dos Campeões e um Campeonato Mundial de Clubes? Parabéns à prima. Daqui a 10 anos ninguém se lembra de como é que ele jogava.
Para os mais desatentos, cá ficam dois dos milhares de vídeos sobre o tema:


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domingo, dezembro 09, 2007

Jogadores melhores que o Kaká - 8


Thierry Henry

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Jogadores melhores que o Kaká - 7


Zlatan Ibrahimovic

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Jogadores melhores que o Kaká - 6


Didier Drogba

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Jogadores melhores que o Kaká - 5


Lionel Messi

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Jogadores melhores que o Kaká - 4


Zinedine Zidane (ainda hoje, mesmo depois de um ano e meio sem jogar)

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Jogadores melhores que o Kaká - 3


Ronaldinho Gaúcho

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Jogadores melhores que o Kaká - 2


Frank Lampard

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Começou hoje uma nova área temática deste blogue. Chama-se

Jogadores melhores que o Kaká

Aqui fica o primeiro, que dispensa comentários ou apresentações:

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segunda-feira, novembro 26, 2007

Obtido a partir do Tiros no Pharmaoeste...

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